Vendo rabeta Volvo, Revisada.

Revisada, pintura nova, prontinha para sua nova embarcação!
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Espelho da rebeta
Informações com Sr. Rubens no 11 92949587.
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Espelho da rebeta
Informações com Sr. Rubens no 11 92949587.
Veleiro é encontrado navegando sozinho no Oceano Índico
Único tripulante a bordo, Jure Sterk pretendia ser o homem mais velho a dar a volta ao mundo sem paradas no menor barco
Por Mariana Peccicacco
Da redação nautica on line
Veleiro Lunatic Piran, encontrado abandonado no Oceano Índico
No último dia 28, um navio de pesquisa oceanográfica americano encontrou um veleiro de nacionalidade desconhecida, navegando sozinho no Oceano Índico. Embora rasgada, a mestra estava em cima, uma vara de pesca estava posicionada sobre o deck, sem linha, e o log book estava sobre a mesa de navegação. Soube-se mais tarde, que o barco pertencia a Jure Sterk, da Eslovênia, um velejador de 72 anos, que havia saído da Nova Zelândia em 2007, e estava dando a volta ao mundo. Ele pretendia ser o homem mais velho, no menor barco, a completar a circunavegação. Esta era a última parte de sua viagem.
O barco foi encontrado por acaso, e estava cheio de cracas e em péssimo estado de conservação. Aparentemente nada havia sido roubado. O nome do barco, Lunatic Piran estava parcialmente visível, e um dos tripulantes do navio conseguiu achar informações sobre ele na internet. Um operador de rádio havia falado com o dono do barco pela última vez no dia 26 de dezembro de 2008. Os registros do log book indicavam 2 de janeiro de 2009, e marcavam a previsão do tempo para o dia 3.
Sabe-se que no dia 28 de dezembro, Sterk informou a um conhecido na África do Sul que estava com o stai de proa quebrado e que talvez tivesse que abandonar a sua viagem de volta ao mundo sem paradas e seguir rumo à Albânia. A decisão de abandonar a viagem só seria tomada mais perto da costa. Desde então, ninguém mais ouviu falar dele.
Ex-Pérola do Altlântico sofre com falta de manutenção
O Guarujá é um dos principais polos de esportes náuticos do país. Mas turistas e moradores sofrem com a falta de investimentos das últimas Prefeituras da Cidade.
O Blog náutica Brasil fotografou o péssimo estado do calçadão da enseada, que está em frangalhos.
(Calçadão: Será que os políticos andam na praia?)
A verdade é que o Guarujá está entregue “às traças” e mesmo as traças andam com medo de andar por lá por causa dos assaltos frequentes na região.
A falta de investimentos dificultam o desenvolvimento dos esportes náuticos na cidade, o que significa um enorme prejuízo em termos de arrecadação de impostos e geração de empregos.

Além da destruição do calçadão a situação da areia da praia também está péssima. A limepeza está longe de ser aquela apresentada nos anos 80, época em que a cidade liderava quando o assunto era qualidade do turismo.
Esperamos que as autoridades tomem providências e apliquem melhor os nossos impostos.
A redação.
por ze rubens
O’Day 23 Odisseus.

Visto de proa, o Odisseus na Marina “Aquamarina’, em Joanópolis.
Este exemplar do O’day 23 foi fabricado em 1981 mas está no gel e com o casco e interior em perfeito estado. Fruto da boa construção do estaleiro Mariner.
Detalhe interessante é que, na proa, o Oday tem bom paiol para a ancora e cabos e um resistente guardamancebo que protege o enr. de genoa.
O casco possui verdugo de borracha na lateral e de madeira no convés, originais do modelo.
Cabos novos e defensas complementam a segurança ao atracar.
Vantagens da marina:cais com bordas de borracha previnem arranhões no casco.

Visto de popa.
Detalhe da capota e capa para vela mestra e retranca.
Cabine: Espaço para 4 pessoas e banheiro.

Cabine vista da entrada para a proa.
Dois sofás. O da esquerda transforma-se em cama de casal.
Repare na antepara que divide a sala da cabine de proa que possui barzinho e mesa rebatível.
Banheiro

A cabine possui vaso sanitário fechado com porta. Em frente ao vaso, um espaço para malas e inversor (inversor e carregador de bateria)
Cabine de proa.

A cabine de proa é aconchegante. Possui ventilador, luzes e paiois abaixo dos colchões.
Possui acessório que encaixa no meio da cama para torná-la de casal.
O acesso a proa pode ser feito pela cabine de proa pela gaiuta.
Cozinha

No lado oposto, outra “gaveta” que abriga a pia com torneira alimentada por bomba elétrica.

No convés, almofadas tornam a velejada mais confortável. COm espumas e revestimentos novos, de corvim naval, na cor branca.
Detalhe para o pota latinhas abaixo da bússola.
Motor: Mercury 15hp ano 2006. Revisado em autorizada.
Salvatagem: Ok. Materiais novos.
Opcionais: Inversor, gps, Vhf, Cd, Bombas de porão (3), ventiladores, carreta semi-rodoviária, fogão, capota, capa da retranca.

Barco de água doce.
Na popa o motor mercury e a tomada de cais para recarga da bateria.
Mais informações peo email joserubensdomingues@yahoo.com.br
Acidente no mar: Incendio destrói lancha em Bertioga
Uma lancha pegou fogo na manhã desta quinta-feira (19) em Bertioga, a 103 km de São Paulo, no Litoral Norte. As duas pessoas que estavam a bordo conseguiram escapar sem ferimentos. Segundo os bombeiros, eles não souberam explicar como o fogo começou na embarcação, que afundou.
O incêndio começou a 8 km da Praia de São Lourenço e as chamas podiam ser vistas de longe. Os dois ocupantes da lancha foram resgatados pelo bote do Corpo de Bombeiros. A embarcação de 52 pés tinha aproximadamente 18 metros de comprimento e os destroços dela ficaram espalhados na água.
Veja o vídeo no http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1010066-5605,00-LANCHA+PEGA+FOGO+NO+LITORAL+NORTE+DE+SP.html
Segurança no Mar: Lanchas e Jets x Banhistas
RIO – No último domingo, dois jet-skis circulavam pela Praia de Itacoatiara, na Região Oceânica de Niterói, sem se importar com a presença dos banhistas. Eles, provavelmente, não estavam nem a mais de 50 metros da areia (quando o correto seria manter uma distância mínima de 200 metros da arrebentação).
No início do mês, uma lancha enorme e um jet-ski navegavam muito próximos da areia da Praia de Piratininga. Uma cena que tem sido vista com frequência na região
Além dos Jets (que são um problema de segurança praticamente em todo litoral e represas) uma lancha de mais de 50 pés também navegava em distância perigosa dos banhistas, segundo a reportagem.

Fica o alerta para os comandantes de plantão que devem zelar pela segurança da sua tripulação mas, também, dos banhistas que frequentam as praias e represas do nosso país.
Evite acidentes!
Plantas: Dumar 26 wa. Belo Barco
O Blog navegando publica a ficha de um produto muito bacana na faixa dos 26 pés: A Wellcraft 260, do estaleiro Dumar.
Sou suspeito já que dei minhas primeiras nevegadas num caiaque “Dumar”, aliás um “wave-ski”, ótimo para ondas.
Vi uma Dumar 26 em Ilha Bela no carnaval e confesso que o porte e a “presença” da lancha impressiona. Digamos que uma versão moderna da antiga Carbras Dourado 22, ou seja, um barco bom de mar, bom de pesca e com pequena cabine para conforto dos passageiros.
Belo barco!
Mais no www.wellcraft.com.br
A redação

Caprice 27: Boa lancha para quem quer encarar passeios médios

Conheçam essa bela lancha de 27 pés que, na cabine, comporta um casal no pernoite.
A lancha tem opções para centro ou popa como motorização e pode agradar muito quem deseja uma lancha rápida para passeios diurnos mas com algum conforto para pequenos pernoites.
Saiba mais no site www.lanchascaprice.com.br
Estaleiro Nacional é adquirido por grupo Italiano.
O italiano Paolo Vitelli, presitende do grupo italiano Azimut-Benetti, veio ao Brasil em função da morte trágica de Gilberto Ramalho, presidente da Intermarine. Empresário visionário, Gilberto Ramalho se associou ao grupo italiano de Vitelli e conseguiu dar uma gande guinada para o segmento de lanchas maiores e com grande conforto interno. Esta parceria, que começou com a Intermarine 500 Full, deixou em sua esteira algumas das mais belas lanchas do mercado nacional.
O anúncio da aquisição é completo e garante a continuidade da Intermarine no mercado. Refere-se à marca, produtos, tecnologia e todos os ativos da empresa brasileira. Enquanto os trâmites legais caminham, a parceria entre os dois estaleiros continua e a intenção é não perder a agilidade tradicional da Intermarine em trazer todos os anos para o Brasil as novidades e lançamentos que a Azimut produz na Itália, modificados e adaptados ao gosto do brasileiro.
Leia abaixo o comunicado completo, em primeira mão:
Paolo Vitelli, fundador, acionista controlador e Chairman do Grupo Azimut-Benetti, durante sua recente visita ao Brasil, devido ao trágico acidente que resultou na morte de seu amigo e parceiro de negócios Gilberto Ramalho, proprietário da Intermarine, comprometeu-se a adquirir todos os direitos pertencentes à Intermarine, incluindo marcas, produtos, tecnologia e todos os ativos vinculados, de modo a garantir sua continuidade.
A efetivação deste compromisso se dará tão logo as necessárias autorizações legais sejam obtidas. No entretempo, a parceria existente entre Intermarine e Azimut continuará mais forte e efetiva, em função deste compromisso assumido.
Como resultado deste entendimento, a atuação conjunta da Intermarine e da Azimut será ainda mais reforçada, e a posição de liderança que a Intermarine desfruta no mercado brasileiro se consolidará, pelo amplo acesso que terá ao capital, tecnologia, experiência, inovação, design e reconhecimento de marca vinculados ao Grupo Azimut-Benetti.
Esta nova realidade reforçará tanto a direção como toda a magnífica equipe de trabalho da Intermarine e agilizará os novos investimentos, permitindo o lançamento mais rápido dos produtos solicitados pelo mercado brasileiro, dentre os muitos que todos os anos são lançados pela Azimut-Benetti.
“Eu estou confiante que este compromisso assumido por minha empresa será estimulador para todos os apaixonados pelo mar e pela navegação de recreio, bem como para todos aqueles do mercado náutico que se relacionam com a Intermarine” declarou Paolo Vitelli.
Um forte abraço,
Allysson Yamamoto
Gerente de Marketing da Intermarine