Empresário morre em Paraty: Acidente de lancha?

Acidente de lancha pode ter feito mais uma vítima

Acidente de lancha pode ter matado empresário alemão em Paraty. O tema levanta os debates sobre segurança no Mar.

Leia íntegra.

 Tragédias no mar envolvendo lanchas já deixaram mortos e feridos no Estado nos últimos anos. Para o magnata alemão Christian Martin Wölffer, de 69 anos, as expectativas pela virada do ano ficaram no fundo do mar em Paraty, na Região da Costa Verde do estado. No dia 31 de dezembro de 2008, o empresário foi encontrado morto quando nadava em numa praia do município . De acordo com a polícia, o empresário provavelmente foi atropelado por uma lancha na região de Managuá Esquerdo, já que seu corpo tinha uma perfuração e um corte de cerca de 125 centímetros na altura do tórax.

Em 2003, uma lancha desgovernada atropelou um adolescente e, em seguida, bateu num banana-boat (um tipo de bóia inflável) que estava levando um grupo para um passeio na Ilha de Jaguanum, na Baía de Sepetiba, em Itacuruçá, próximo ao município de Angra dos Reis. O adolescente Gabriel Borges Soares, de 16 anos, que estava na água na Praia de Pitangueiras, morreu, e a professora Andréa Lisboa Salgado, de 33 anos, que caiu da bóia, teve as duas pernas amputadas. As outras cinco pessoas que estavam na bóia não ficaram feridas.

O piloto da lancha, Armelindo Correa de Miranda, foi condenado a dois anos, dois meses e 20 dias de detenção e o cabo da Marinha Marcos Manuel Correa Cavalcante a um ano e quatro meses. As penas foram substituídas por medidas alternativas. Cada um deles teve de pagar R$5 mil à família de cada uma das vítimas e prestar serviços gratuitos à comunidade pelo mesmo período a que foram condenados.

Acusado de negligência por não fazer a manutenção da lancha, o terceiro denunciado pelo Ministério Público, Edvaldo Martins Santana, dono da embarcação, foi absolvido. O acidente aconteceu quando a lancha Pimba Pimbinha se aproximou de forma perigosa da praia. A embarcação teria ficado a cerca de dez metros da areia, quando o máximo permitido é 200 metros.

Acidente com velejador chocou o Brasil
Em 1998, em Vitória, capital do Espírito Santo, o acidente co mo velejador Lars Grael chocou o Brasil. Lars estava numa competição. A lancha colidiu contra o barco do iatista durante a disputa da Taça Cidade de Vitória de Iatismo, uma competição anual em comemoração ao aniversário da capital capixaba, na Praia de Camburi. Lars fazia uma volta de reconhecimento da raia para a prova da classe Tornado, quando o seu barco foi atingido pela lancha Laguna, que entrou na área de competição. A perna direita do atleta, dilacerada pela hélice, teve de ser amputada.

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