Acidente de Jet no Guarujá

Segurança no Mar: Mais um acidente de Jet no Guarujá.

Lamentamos que mais um acidente envolvendo Jets tenha ocorrido no Guarujá, Praia da Enseada.

E olha que a presença dos Bombeiros por lá é constante, já a Marinha aparece vez por outra.

A imprudência dos pilotos por lá é algo constante, colocando em risco a vida daqueles que passam o dia no Mar.

Leiam a notícia de mais um acidente, infelizmente com vítima fatal, envolvendo Jets no Guarujá.

A redação.

SÃO PAULO – Foi enterrado na tarde desta terça-feira no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, zona leste de São Paulo, o corpo do rapaz que foi atropelado por um jet ski na Praia da Enseada, no Guarujá, na tarde de segunda-feira. Segundo testemunhas, Denis Vieira da Silva, de 24 anos, andava de jet ski com um grupo de oito pessoas quando se envolveu em um acidente com outro jet ski, próximo ao local conhecido como Costão do Tortuga.

Ele caiu no mar e acabou atropelado. Atingido na cabeça, Denis chegou a ser levado a um hospital, mas não resistiu.

A Capitania dos Portos investiga as causas do acidente . O rapaz estava com um grupo de cerca de oito pessoas, mas nesta segunda-feira o sargento Willians Lobo, da Capitania, não encontrou no local qualquer testemunha que se dispusesse a relatar como ocorreu o atropelamento.

As pessoas que os acompanhavam não prestaram socorro e fugiram antes da chegada de guarda-vidas, policiais militares e militares da Marinha. Após o acidente, a vítima permaneceu boiando graças ao colete salva vidas que usava, sendo resgatada do mar por guarda-vidas em uma embarcação do Corpo de Bombeiros.

O corpo de Denis foi levado ao IML sem identificação, pois não foram achados documentos em sua bermuda nem na motonáutica. Banhistas disseram que os dois jet-skis navegavam em alta velocidade próximo ao local conhecido como Costão do Tortuga.

Os jet-skis envolvidos na ocorrência também não foram encontrados na praia. A Capitania descobriu que eles já haviam sido guardados na garagem náutica Casarini, na esquina da Avenida Miguel Estéfano com a Rua Pará, supostamente por determinação das pessoas que acompanhavam a vítima.

A Polícia Civil e a Capitania dos Portos querem identificar os acompanhantes da vítima. O delegado Marcelo Alves Firmino, que registrou o boletim de ocorrência, disse que será instaurado inquérito policial de homicídio culposo (decorrente de imprudência, negligência ou imperícia). A Capitania dos Portos do Estado de São Paulo abrirá inquérito administrativo.

Os jet-skis foram levados à Capitania dos Portos, em Santos, onde serão periciados. O piloto que atropelou a vítima pode ter a carteira de habilitação apreendida, se ele possuir.

Segundo Denis Ferraro, o gerente da garagem náutica Casarini, para onde os jet-skis foram levados após o acidente, apenas uma pessoa se responsabilizou pela guarda dos veículos.

No último sábado, Clayton Álvares, de 34 anos, morador na Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, chegou à garagem para deixar guardados dois jet-skis Sea Doo Gti, ambos de 1.500 cilindradas, denominados Pietra e Zé Buscapé.

Pela permanência, que deveria durar um mês, foi estipulada a quantia de R$ 424,00. De acordo com Ferraro, por volta das 9h30m desta segunda, Clayton ou algum de seus acompanhantes pediu que funcionários da Casarini levassem os jet-skis até a praia.

Os usuários da marina contam com esse tipo de serviço e uma equipe de apoio na faixa de areia. Na ficha preenchida com dados transmitidos por Clayton constam os nomes de mais duas pessoas, autorizadas por ele a retirar os jet-skis. São elas: Adriano Roberto Zechi, proprietário do Zé Buscapé,e Rogério Gomes Vieira.

O dono do Pietra seria o próprio Clayton. Ferraro também disse que não sabe de quem partiu a solicitação, após o acidente, para as embarcações serem levadas à garagem. O pedido teria sido feito diretamente para algum funcionário da equipe de apoio que fica na faixa de areia.

Uma motonáutica envolvida no desastre marítimo apresenta danos na parte de baixo do casco, enquanto a outra está danificada na parte de cima. Os estragos sugerem que “uma subiu na outra”, conforme destacou o gerente da Casarini.

Mesmo depois do acidente, o movimento de jet-skis nas imediações do Costão do Tortuga continuou intenso. Cerca de 150 embarcações podiam ser contadas na areia ou navegando no fim da tarde.

Além dos veículos particulares, uma barraca instalada na praia, perto do local do acidente, possui sete jet-skis e tem autorização para alugá-los. Meia hora custa R$ 150,00, sendo exigida dos interessados a apresentação de habilitação náutica. A categoria da habilitação deve ser de arrais amador, no mínimo.

Uma resposta to “Acidente de Jet no Guarujá”

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